Economia e Negócios

Empresários da indústria retomam índice positivo de confiança no Maranhão

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O Índice de Confiança do Empresário da Indústria (ICEI-MA), estudo elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) em parceria com a Confederação Nacional da Industria (CNI), alcançou 51,8 pontos, em agosto de 2020, com um acréscimo de 8,2 pontos na comparação mensal com julho. Trata-se do terceiro aumento consecutivo do índice, após as fortes quedas de abril e maio. Ultrapassando a linha divisória dos 50 pontos, o índice deste mês apon ta que o empresário do segmento começa a retomar a confiança na economia.



A exemplo do Nordeste e do Brasil, que também apresentaram ICEI na casa dos 50 pontos, portanto com retomada de confiança, a indústria maranhense ainda não chegou ao padrão do ICEI de fevereiro de 2020, o que denota o impacto da pandemia da COVID-19 no setor produtivo. O ICEI-MA, em agosto, ficou 4,7 pontos abaixo do ICEI-NE e 5,2 pontos menor que o do Brasil, mas, em todos, a confiança é positiva. Já o índice da indústria geral maranhense recuperou 8,2 pontos em relação ao mês anterior, próximo da recuperação nordestina e abaixo da registrada para o Brasi l (aumento de 9,4 pontos).



SETORES – Analisando os segmentos, o ICEI da indústria da construção civil alcançou 49,7 pontos, com 12,0 pontos acima do registrado no mês anterior, o que é um sinal favorável. Ainda assim, ficou abaixo da linha divisória de 50 pontos. No nível nacional, a variação foi de 7,7 pontos.



No que tange às expectativas para os próximos seis meses, os índices são favoráveis tanto para a indústria geral quanto para a de construção, a extrativa e a de transformação, ultrapassando a linha dos 50 pontos, especialmente com relação à economia nacional e ao comportamento da empresa. O ponto de menor variação se refere às expectativas sobre o estado que, embora melhorando, não atinge a faixa de otimismo.



O ICEI é elaborado mensalmente e o índice é obtido a partir da ponderação dos resultados referentes às condições atuais e expectativas dos empresários em relação à economia brasileira, o Estado e a empresa. Em agosto, foram entrevistados empresários de todo o Maranhão, dos setores da construção civil, indústrias extrativas e de transformação

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