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A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), prorrogou a campanha de vacinação contra a poliomielite e multivacinação na capital maranhense até o dia 20 de dezembro deste ano. As ações têm como foco crianças de um a menores de cinco anos e, além da proteção contra a pólio, a pasta oferta a aplicação de outros tipos de vacina, como BCG (que previne contra a tuberculose), pentavalente (que previne contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningite) e outras como HPV (papiloma vírus) e Meningo ACWY. Adultos também podem se vacinar contra outras doenças, como o sarampo. A ação compõe a estratégia da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior voltada para a saúde preventiva.

Desde a abertura do cronograma oficial, em São Luís, no dia 5 de outubro, foram imunizadas 18.699 crianças. No total, 55 postos de saúde estão abertos diariamente das 8h às 17h com doses das vacinas. Em obediência às questões sanitárias, nas unidades, os funcionários distribuem senhas e efetuam separação de cadeiras, para evitar aglomerações nos locais de vacinação. Aos sábados, as unidades do programa Saúde na Hora, do Ministério da Saúde e executado pela Prefeitura na capital para a extensão da oferta dos serviços de atenção básica à população, também ofertam vacinação das 8h ao meio-dia.

A secretária de Saúde de São Luís, Natália Mandarino, reforça a importância da aplicação das doses. “É uma vacina que faz parte de nossa rotina e que anualmente há um reforço na divulgação sobre a importância da aplicação das doses. Nossos postos estão abertos diariamente com vacinas e a população basta procurar um deles portando a carteira de vacinação da criança”, afirmou a gestora.

No Dia D de vacinação contra a pólio, realizado em 17 de outubro deste ano, quase 4 mil pessoas foram vacinadas. Mesmo após a campanha, a vacina contra a pólio permanecerá nas unidades de saúde por se tratar de uma aplicação do grupo de rotina do programa de imunização.

DOENÇA

A poliomielite pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas infectadas. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores.

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